Seguindo a Academia Evangélicade Letras e Artes de MS

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

“ATITUDES” NA ASSEMBLÉIA DA AELA/MS

“ATITUDES” NA ASSEMBLÉIA DA AELA/MS
Na Assembléia Geral Ordinária da AELA/MS do dia 19/agosto/2011 ocorreram várias participações de seus acadêmicos, quando foram apresentados novos projetos culturais para serem colocados em prática em curto prazo. Teve um destaque especial a artista convidada Vanda Ferrreira (escritora/poetisa/artista plástica e ativista cultural), que após a sua breve locução, apresentou a prosa poética intitulada “Atitude”, com a qual homenageou o Presidente da AELA/MS e os membros dessa Academia.
O Dr. Venâncio dando início à assembléia da AELA/MS, em 19/agosto/2011. Na ocasião, ele  apresentou a letra do Hino: “A Bandeira da AELA”, de sua lavra.
A artista Vanda Ferreira na AELA/MS, apresentando a prosa poética intitulada: “Atitude”, cuja letra segue abaixo:
ATITUDE
Atitudes dizem. Oram, seduzem. Atitudes semeiam, regam, declaram desejos. Atitude é a mais sincera e verdadeira arte de comunicação. Tem máxima eficiência, clara compreensão e se traduz em qualquer língua,  sem necessidade de tradutor.
Atitude é um linguajar compreensível e interpretado em todos os idiomas. É um tipo de dicionário global, aberto para todos os povos. Pobres, ricos, cultos, analfabetos, estrangeiros ou não compreendem o sorriso, lêem a lágrima, entendem a mão estendida, passos apressados e o significado da devastação! Atitude é a eficaz forma de falar!
Vanda Ferreira

Após a sua locução, Vanda Ferreira sorteou um dos seus livros (“Passagens”), com o qual presenteou o acadêmico Paulo Duarte.
O acadêmico Ciro Gama apresentando a música “Vida Sem Sabor”, de seu novo CD, sob o olhar atento da acadêmica-secretária Eliana Leite.
O acadêmico Paulo Duarte apresentando o patrono de sua cadeira e a sua autobiografia.
A acadêmica-secretária Eliana Leite explicando o projeto intitulado: “1º FESTIVAL AELA-GOSPEL”.
O acadêmico Adoniram Judson (vice-presidente da AELA/MS) projetando um filme sobre a: “AMEI”, entidade da qual é o presidente-fundador.
À esquerda: o acadêmico José Eulálio da Rocha (Presidente da SMHB), que expôs a programação do 4º CONCENTRO-OESTE & TOCANTINS, que ocorrerá em nossa Capital, no mês de setembro/2011. À direita: o acadêmico Isaías de Almeida, que no final da Assembléia apresentou a música “Deixa Deus Agir”.
Coroando o encerramento da Assembléia, o Presidente expôs a nova medalha da AELA/MS, que será entregue a cada um dos acadêmicos na próxima solenidade de posse.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Homenagem a Campo Grande/MS



O vice-presidente da AELA/MS (acadêmico Adoniram Judson de Paula)  homenageando  Campo Grande, pelos seus 112 de existência.

Campo Grande – 112 anos

No Centro-Oeste brasileiro, em meio ao cerrado mato-grossense, um mineiro se encantou com uma bela paisagem, quase toda plana, com leves relevos, muita água e resolveu se fixar na região, onde sua fazenda logo se tornou ponto de referência.
José Antonio Pereir  estava à  procura de gleba da qual pudesse apossar com sua gente. Assim, no dia 21 de junho de 1872, acampou nas terras onduladas da Serra de Maracajú, na confluência dos córregos Prosa e Segredo – hoje Horto Florestal. Em 14 de agosto de 1875, José Antonio Pereira trás sua esposa e seus oito filhos, escravos e outros.
As casas naquele precário alinhamento  formaram a primeira rua, a Rua Velha – hoje 26 de agosto – que terminava num pequeno lago, de onde se ensaiava uma bifurcação, formando mais duas vias. José Antonio Pereira havia construído sua casa na ramificação de baixo, em sua fazenda Bom Jardim. Em 1879 surgem novas caravanas de mineiros que vão distribuindo-se através de marcações de posses, estabelecendo assim as primeiras fazendas da região de Santo Antonio de Campo Grande.
Na parte central da rua, na casa de comércio e farmácia ( propriedade de Joaquim Vieira de Almeida)  reuniam-se as pessoas graúdas da comunidade. Este era o homem de maior instrução da vila, redator de atas e cartas de caráter público ou privado. Ali eram resolvidos os problemas comunitários. Era dali que  saíam as reivindicações ao governo. Possivelmente de autoria de Joaquim Vieira de Almeida foi à correspondência pedindo a emancipação da vila. 
 Depois de antigas e insistentes reivindicações, também, devido a posição estratégica, e por ser passagem obrigatória para quem fosse do extremo Sul do Estado a Camapuã ou ao Triângulo Mineiro, o governo estadual assina a resolução de emancipação da vila, elevando-a a município de Campo Grande em 26 de agosto de 1899.” - (Extraído da História de Campo Grande)
   Passados são 112 anos e Campo Grande se firma hoje como uma das mais importantes cidades brasileiras. Cidade bela, moderna, porém rústica naturalmente, ainda tranqüila se comparada a outras metrópoles brasileiras. Ruas e avenidas largas e bem arborizadas, vias bem desenhadas, envolvidas por muitos parques e jardins, onde se podem ver bichos soltos como na natureza intacta, somando-se à rica hidrografia, a cidade faz jus ao titulo de Capital do Pantanal. Povo bonito, trabalhador, cor morena em predominância, e por seu solo meio que avermelhado, suas miscigenação intensa com povos fronteiriços, além dos índios, bem como a sua tropicalidade climática, renderam-lhe o honroso título de CIDADE MORENA.
A pujança cultural  e o intenso e robusto comércio, enormes edifícios, belos conjuntos residenciais convivem ainda com casas simples, acolhedoras como a minha, onde ainda é possível de se ver famílias inteiras proseando e  jovens tranquilamente assentados tomando tereré. Clima bom: no calor, muito calor e no frio, muito frio. Chuvas regulares e estações ainda possíveis de serem distinguidas. Muitas árvores frutíferas plantadas generosamente em toda a cidade, tornando possível aos seus cidadãos comerem uma manga pela rua a fora enquanto caminham e proseiam.
Campo Grande está crescendo assustadoramente, infelizmente a violência também. Mas, ainda é uma cidade boa para se morar. É apropriada para criarmos nossos filhos e “ajudarmos” nossos filhos a criarem os seus. Campo Grande, terra livre, hospitaleira que acolheu primeiro os mineiros, depois os gaúchos, os paulistas, os cearenses e tantos outros nordestinos de todos os estados, muitos paranaenses, enfim gente de todo o imenso torrão brasileiro. Campo Grande religiosa convive pacificamente com todos os credos e fés.  Campo Grande não nega seu passado fazendeiro e sua herança pecuária. Vez em quando ainda uma vaca ou um ou outro boi escapa e desfila pelas ruas da cidade, proporcionando delicia matéria captada pela lente de algum cinegrafista amador, ou até de celular qua manda para a imprensa nacional passar no tele jornal de forma jocosa, como se isto fosse tudo...
Ainda são muitas fazendas e algumas lavouras. Mas, cada dia mais os filhos desta terra são enviados para as quase 10 universidades, que fizeram de Campo Grande uma cidade culta e universitária, grande pólo cultural para onde afluem jovens de muitos outros estados, renovando e ratificando a vocação multi-estadual de nossa cidade. Campo Grande é uma linda Capital. Mas, não podemos chamá-la de “Cidade Maravilhosa”, pois seria um plágio inaceitável duma sua “concorrente”, que a mais só tem a praia e a menos a mata, o ar puro, a simplicidade complexa do seu meio ambiente. Mas, para nós, legítimos ou adotados “campo-grandenses” não há nada mais belo! Mais aconchegante! Mais gostoso! E, por que não provocar um pouco? Mais maravilhosa do que Campo Grande, rainha das capitais do Centro-Oeste brasileiro, uma das mais belas do Brasil e, num arroubo de puro narcisismo cidadão, podemos dizer: __Parabéns Campo Grande, a melhor cidade do Mundo!



Rev. Adoniram Judson de Paula
Ministro Presbiteriano – Escritor
Vice-Presidente da Academia Evangélica
De Letras e Artes do MS – (AELA-MS), e
Ocupante da Cadeira nº 03 – Josué.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Apresentação de José Bernardes dos Prazeres Júnior, empossado na cadeira 17 = SALUM

Apresentação de José Bernardes dos Prazeres Júnior, empossado na cadeira 17 = SALUM:
  José Bernardes dos Prazeres Júnior - Cadeira 17 = Salum

I – Saudações:
II – SALUM, UM DOS FILHOS DE CORÉ
SALUM era filho de Coré, neto de Abiasafe, bisneto de Corá e descendente de Levi. É citado no Velho Testamento, nos Livros de Crônicas como um dos “porteiros do Templo de Jerusalém”. Também era dirigente de adoração no Templo. Assim como os outros filhos de Coré, Salum era músico. Foi também um ótimo salmista (I Crônicas 9.19; Salmos 42 a 49; 84, 85, 87 e 88). O termo SALUM é uma variante da palavra SALMA, que significa “Mulher Calma” ou “Pacífica”. Tem origem árabe. Para saber o significado e a origem da palavra SALUM, toma-se a primeira letra de seu nome (S). Daí, a pessoa com esse nome tem as seguintes características: sabe o que quer da vida, e também como chegar lá.  Detêm grande habilidade para envolver as pessoas que podem ajudá-la a tocar e realizar seus projetos, usando muita percepção e uma sensibilidade aguçada. Sua personalidade tende a ser equilibrada. Às vezes é firme. Às vezes flexivel. Porém, devemos saber que a Bíblia Sagrada faz referência a sete pessoas com este nome. Senão, vejamos:
1 – O SALUM acima descrito é o patrono da cadeira nº 17, da AELA/MS, cujo ocupante é o acadêmico José Bernardes dos Prazeres Júnior.
2 – SALUM, filho de Balan (Bala), neto de Jadiael, bisneto de Benjamim, trineto de Jacó e trineto de Isaac (Isaque).
3 – SALUM, filho de Aloés. Era prefeito de meio distrito da cidade de Jerusalém, e foi um dos que ajudaram na reconstrução da cidade, sob a supervisão de Neemias.
4 – SALUM, filho de Coloze, neto de Hazaías, bisneto de Adaías, trineto de Joairib, tetraneto de Zacarias, e descendente de Judá. Foi “prefeito” do distrito de Masfa, após o exílio babilônico.
5 – SALUM, o segundo nome de Jeocaz, filho e sucessor do rei Josias.
6  – SALUM, pai de Hanamele e tio do profeta Jeremias.
7 – SALUM (OU SALU), filho de Sadoc, neto da Aquitob, bisneto de Amarias, trineto de Azarias, tetraneto de Joanan e descendente de Levi.
III – AUTOBIOGRAFIA DO ACADÊMICO:
Nascido em 22 de maio de 1959, na cidade de Recife/PE, o acadêmico José Bernardes dos Prazeres Júnior é filho de José Bernardes dos Prazeres e Dirce Lima dos Prazeres. Casado com  a empresária Cacilda Batista dos Prazeres. Pai dos jovens músicos e coreógrafos Bernardo Batista Prazeres (violonista e guitarrista) e Pedro Paulo Batista Prazeres (baterista e percussionista), ambos concluindo o 9º ano do ensino fundamental na Escola Municipal Professora Danda Nunes, na cidade de Campo Grande/MS onde, além das matérias curriculares, se destacam no futebol de salão.
Possui os seguintes cursos superiores: Direito, pela antiga SOCIGRAN ( hoje  UNIGRAN, na cidade de Dourados/MS); Teologia  (com capelania); e Licenciatura Plena em Educação Religiosa (com especialização em Música (Canto Coral) pela Faculdade Batista Nacional do Nordeste, em Recife/PE); Bacharelado em Música Sacra (com especialização em canto) pelo Seminártio Teológico Batista do Centro-Oeste do Brasil, em Campo Grde/MS; além do Curso da Escola Fundação do Ministério Público em Mato Grosso do Sul.
Tem pós-graduação em: Direito Constitucional. Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Direito Tributário e Direito Processual Civil, pelas Faculdades do Instituto Brasileiro de Direito Público, da Universidade de Santa Catarina (UNISUL) e Fundação Curso LFG – Luiz Flávio Gomes, pela Escola Superior de Direito (UNIDERP/ANHANGUERA), também Núcleo em Campo Grande/MS. Escreveu diversos artigos juridicos nos jornais: “Diário da Manhã” (em Recife/PE), “A Crítica” e “A Folha de Campo Grande”, em Campo Grande/MS.
Foi Agente de Polícia Federal por mais de 25 anos, tendo servido ao DPF nas cidades de Ponta Porã/MS, Recife/PE, Naviraí/MS e Campo Grande/MS, onde finalizou sua carreira policial, vindo a aposentar-se por tempo de serviço. Porém, continua cumprindo o seu mandato de Presidente do Conselho Fiscal do SINPEF/MS (Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal em Mato Grosso do Sul).
Atualmente é empresário do ramo do vestuário (moda em geral), juntamente com sua esposa Cacilda Batista dos Prazeres. É domiciliado à Rua Fortuna nº 178, Bairro Carandá Bosque I, nesta  Capital de Mato Grosso do Sul, CEP 79.032-272. Telefone comercial (067) 3028.1142 e celular (067) 9953.1141.  No ano de 2002, gravou o seu primeiro trabalho musical: o CD evangélico intitulado “PAI NOSSO”, cujas faixas musicais tem tido a oportunidade de apresentar constantemente, em razão dos muitos convites que tem recebido para apresentar-se em festas e eventos de várias naturezas. A bela interpretação de suas músicas tem enlevado espiritulamente a todos os que as ouvem, com destaque especial às cidades de Itajaí/SC, Brasília/DF, São Paulo/SP, Recife/PE, Vitória/ES e Campo Grande/MS. No exterior, obteve muito sucesso nas cidades de Porto Quijarro e Santa Cruz de La Sierra, interpretando suas belas canções durante o “Congresso da Liderança de Células da Primeira Igreja Batista de Campo Grande/MS”, realizado naquelas localidades.
É músico inscrito na Associação de Músicos do Pantanal (AMP). É  membro do Ministério Gideões Internacionais do Campo Oeste, do qual é um dos mensageiros em Campo Grande/MS. Participa dos seguintes grupos musicais: “Conjunto Masculino Vozes de Liberdade”; “Coral Canto Grande”; “Quarteto Misto da Primeira Igreja Batista de Campo Grande”. Também realiza participações especiais em solos de músicas de louvor e adoração ao Senhor nosso Deus, sempre que convidado.
Agora, é ocupante da cadeira nº  17 da Academia Evangélica de Letras e Artes Mato Grosso do Sul (AELA/MS), cujo patrono é: SALUM, UM DOS FILHOS DE CORÉ. Foi empossado em 1º de julho de 2011.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

AELA/MS NO 12º FESTIVAL DE INVERNO DE BONITO/MS

Os acadêmicos: Ciro Gama, Dr. Venâncio (Presidente), Eliana Leite e Leopoldo Machado segurando  o “BANNER” da AELA/MS, no 12º Festival de Inverno de Bonito/MS.
A Academia Evangélica de Letras de Mato Grosso do Sul (AELA/MS) teve uma participação ativa e apoteótica no 2º Festival de Inverno de Bonito/MS, ocorrido nos dias 27 a 31 de julho de 2011. A AELA/MS é uma entidade-membro do Fórum Estadual de Cultura (FESC/MS). Assim, participou diretamente da caravana do FESC/MS, e convidou o conjunto musical “Levando a Luz”, da Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí, de Campo Grande/MS, para apresentar-se no dia 30 de julho de 2011 (sábado), a partir das 16h, na Praça Central de Bonito. Durante o 12º Festival de Inverno daquela cidade, estiveram representando diretamente a AELA/MS os acadêmicos: Ciro Gama, Dr. Venâncio (Presidente), Eliana Leite e Leopoldo Machado.

O conjunto musical “Levando a Luz” se apresentando em frente ao “stand” do FESC/MS em Bonito, no “Pavilhão das Artes”, tendo ao fundo a “banner” da AELA/MS.

O grupo musical “Levando a Luz” após apresentação na Praça central de Bonito/MS.
Fizeram parte desse belo “show gospel” os artistas cristãos: Eliana Leite de Souza, Jéssica Machado, Lívia Caldeira, Náthaly Marianna, Thalita de Paula, Leopoldo Machado, Marcos Vinícius, Luiz Felipe, Lucas de Paula, João Vinícius, Felipe Caldeira, Aureliano Neto, Bruno Lescano e Luiz Correia (14). Após esse magnífico show, houve o lançamento dos livros dos escritores:  Delasnieve Daspet (Cantares), Marlei Sigrist (Chão Batido), Rubênio Marcelo (Horizontes D’ Versos), Aída Domingos (palavras em Êxtase), Vanda Ferreira (Passagens) e Venâncio Josiel dos Santos (1.001 Perguntas e Respostas da Bíblia), o que muito  abrilhantou o Festival.
Os escritores e poetas: Venâncio Josiel dos Santos, Rubênio Marcelo e Vanda Ferreira durante o lançamento de seus livros no 12º Festival de Inverno em Bonito, em 30/07/2011.
          O trio de escritores/poetas: Venâncio, Vanda e Rubênio  representando o FESC/MS.
O Dr. Venâncio (Presidente da AELA/MS) ladeado pelas artistas Eliana Leite e Vanda Ferreira.
Parte da comitiva no FESC/MS no Festival de Inverno de Bonito/2011
Como sempre faz em todos os eventos que participa, o FESC/MS levou uma comitiva de 15 artistas e ativistas culturais de renome, que somaram ao evento às suas obras, artes e atividades culturais. Foram eles: Robson Simões (Presidente), Moraima Aparecida Anastácio, Aída Domingos, Vanesca Duarte (cigana Luma Romí), Vanda Ferreira, Delasnieve Daspet, Romilda Neto Pizani, Tânia Aparecida Carretoni Lopes, Zênio Silva Júnior, Rubênio Marcelo, Sebastião da Silva Bronze, Teddy Tarciso Turatti, Caros Parecido Alves da Luz, Ciro Soares da Gama, e Venâncio Josiel dos Santos (15). Todos eles tiveram uma participação direta nos dias em que durou e evento, tanto individual quanto coletivamente. O 12º Festival de Inverno de Bonito foi (como sempre)  patrocinado pela Fundação de Cultura de MS, em parceria com a Prefeitura Municipal de Bonito.
A outra parte da comitiva dos FESC/MS.
A AELA/MS (cujo Presidente é o doutor Venâncio Josiel dos Santos) é uma das entidades culturais afiliadas ao FESC/MS. Como tal, tem divulgado a Cultura Gospel através da música, de apresentações teatrais, de distribuição de literaturas  e da pregação do Evangelho. Por essa razão, a AELA/MS tem convidado artistas gospel (cristãos) para se apresentarem em todos os locais onde a mesma tenha algum tipo de participação, como ocorreu durante esse Festival.
O grupo musical “Levando a Luz” pertence à Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí (IPBA) de Campo Grande/MS,  e em breve estará lançando o seu primeiro CD.  O grupo tem sido um dos grandes parceiros da AELA/MS. Um dos seus membros (Leopoldo Machado) é membro dessa Academia. Foi ele quem musicou o “Hino Oficial da AELA”, cuja letra é do Dr. Venâncio.
Desta forma, pela brilhante atuação no 12º Festival de Inverno de Bonito (e no mundo cultural) damos os nossos parabéns ao FESC/MS, e em especial ao grupo musical “Levando a Luz”, que não poupou esforços no sentido de se deslocar de Campo Grande a Bonito. E, ali apresentar um show que maravilhou a população presente na Praça Central daquela cidade.
O “stand” do FESC/MS ficou na entrada principal do Pavilhão das Artes. Foi nessa entrada que o conjunto “Levando a Luz” fez a sua apoteótica apresentação musical.
                         Livros de diversos autores, expostos no “stand” do FESC/MS.
          Livros dos membros do FESC/MS e da AELA/MS em exposição no Pavilhão das Artes.
Os acadêmicos: Venâncio dos Santos e Ciro Gama ladeando o “BANNER” da AELA/MS, no final do evento.






quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PERFIL DA SECRETÁRIA

PERFIL DA SECRETÁRIA

Eliana Leite de Souza é a 1ª Secretária da Academia Evangélica de Letras e Artes de Mato Grosso do Sul (AELA/MS), eleita para o triênio 2010/2013. É cantora gospel e professora. Ocupa a cadeira 49 (Ana, a mãe abnegada). É membro regular e ativo da Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí (IPBA). É presidente do Coral “Louvor & Mensagem”, onde canta com voz de 1º soprano.




HISTÓRICO ESCOLAR E FUNCIONAL:

Ela nasceu em Campo Grande/MS, no dia 07 de setembro de 1959. Passou sua infãncia na cidade de Guia Lopes da Laguna, onde cursou as séries iniciais na então Escola Evangélica Manoel de Mello. E, as séries finais na EE. Professora Salomé de Mello Rocha. Em 1977, concluiu o Magistério na EE. Cel. Pedro José Rufino, em Jardim/MS.
Iniciou a carreira de professora em Escolas Públicas em Guia Lopes da Laguna. Também lecionou na Escola Maria Montessori, na Educação infantil, em Jardim/MS, onde permaneceu até 1979.
Em 1980 se mudou com a familia para Campo Grande, e  iniciou sua carreira de Professora Alfabetizadora na Rede Municipal de Ensino, na EM Nelson de Souza Pinheiro. Em 1981 foi transferida para a EM Padre José de Anchieta, onde ministrou aulas de Geografia nas séries finais.
Em 1996, concluiu o curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade Católica Dom Bosco. Em 1997 foi nomeada Diretora-Adjunta da EM Padre de Anchieta. Em 2002 foi aprovada na 1º certificação ocupacional para dirigentes escolares do municipio de Campo Grande, realizada pela Fundação Antonio Carlos Magalhães, da Bahia. Em 2003 foi nomeada Diretora da EM  Professor Aldo de Queiróz.
Em Outubro de 2003 retornou para a EM Padre José de Anchieta, nomeada na função de Diretora, onde permanceu até março de 2007. A partir daí, foi lotada na Secretaria Municipal de Educação (SEMED), onde ocupou os seguintes cargos: Supervisora do Programa Escola Aberta/Escola Viva, até abril de 2008. Após, chefiou do núcleo de ações sócio-educativas, onde foi responsável pelo programa “OAB vai a Escola” e “Saúde vai a Escola”, até junho de 2009, quando assume como técnica de Gestão escolar, na Superentendência de Gestão e normas da SEMED, atuando na Divisão de Gestão da Educação Básica (DIGEB).
Em 2008 conclui a Especialização em “Politicas Públicas e Gestão Educacional” num contexto intercultural pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB).
 

HISTÓRICO ECLESIÁSTICO:

Atualmente, é Presidente do coral “Louvor & Mensagem" da Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí (IPBA) nesta Capital, onde já ocupou os seguintes cargos: Presidente da União de Mocidade Presbiteriana (UMP). Secretária Executiva da Federação de Mocidades do Presbitério do Pantanal (por quatro anos). Secretária Presbiterial do Trabalho com os Adolescentes (UPA), por dois anos. Superintendente da Escola Bíblica Dominical. Secretária da EBD (por 8 anos). Membro do Coral “Louvor e Mensagem” desde 1982, cantando na voz de 1º soprano.




Cadeira 49 = Ana, a mãe abnegada

Ana era a mãe do profeta Samuel. Seu nome em hebraico significa “Favor”. E, em aramaico “Graciosidade”. Ela vivia com Elcana, seu marido levita, juntamente com a outra esposa dele, Penina, na cidade de Ramataim-Zofim, na região montanhosa de Efraim.
Apesar de sua longa esterilidade, que contrastava com Penina, que era bastante fértil e deu a luz a vários filhos de Elcana, Ana era a esposa predileta. Penina zombava dela por causa de sua esterilidade. Principalmente, quando Elcana levava seus filhos e suas esposas para a visita anual que fazia ao Tabernáculo, em Siló (1º Samuel 1.1-8).
Numa das visitas a Siló, Ana fez um voto a Deus de que, caso ela tivesse um filho, ela o entregaria para o serviço do Senhor, no Tabernáculo. Observando os lábios dela se moverem, enquanto ela orava baixinho, o sumo sacerdote Eli suspeitou de que ela tivesse tomado vinho, a ponto de estar embriagada. Mas, ao interpelá-la e ficar sabendo do fervoroso desejo dela, Eli juntou-se a ela na oração, solicitando que Deus concedesse aquele desejo. Não demorou muito, e ela ficou grávida.
Após dar à luz um menino, a quem chamou de Samuel, Ana só foi novamente a Siló três anos depois, quando ele foi desmamado. Daí, ela o apresentou a Deus, conforme prometera, levando uma oferta que consistia em três bezerros, uma efa de farinha e um odre de vinho (1º Samuel 1.9-28).
Depois disso, todos os anos, Ana ia a Siló e levava uma túnica para seu filho. Numa dessas visitas, Ana e Elcana foram abençoados por Deus, através do profeta Eli. Assim, ela engravidou novamente, de modo que ela teve mais três filhos e duas filhas (1º Samuel 2.18-21).
Ana era uma mulher de oração, e temente a Deus. Era humilde e tudo o que desejava era agradar ao seu marido. Todos os anos, ela o acompanhava para oferecer holocaustos no Tabernáculo. Ela mesma fez um grande sacrifício, ao abrir mão de seu filho Samuel, para cumprir o voto que fizera ao Senhor. Assim, demonstrava a sua fidelidade e a sua gratidão a Deus. Ela demonstrava a sua afeição materna, ao visitar o filho todos os anos, e ao levar-lhe sempre uma túnica nova. Enfim, Ana, a mãe do profeta Samuel, era uma mulher virtuosa.
Além dessa Ana, a mãe do profeta Samuel e esposa de Elcana, a Bíblia Sagrada faz ainda referência à outra Ana. Essa outra Ana era uma profetisa, filha de Fanuel e descendente da tribo de Aser. Ela é mencionada no Novo Testamento, e na língua grega o seu nome era “Hannah”.
“Hannah”, a profetisa, tornou-se viúva logo após completar sete anos de casamento. Na ocasião em que o menino Jesus Cristo foi apresentando no Templo, ela estava com 84 anos de idade.
Ela prestava serviços no Templo em tempo integral. Por isso, teve o privilégio de conhecer o menino Jesus e de dar testemunho sobre Ele. “Hannah” era uma mulher muito dedicada ao serviço eclesiástico. Ela orava e jejuava constantemente. E, por muitas vezes, ela prestou o seu depoimento pessoal sobre a grande libertação que seria operada pelo Messias, Jesus Cristo (Lucas 2.26-28).


Assim como Ana (a mãe do profeta Samuel) era uma mulher abnegada, Eliana Leite de Souza é uma secretária muitíssimo dedicada. Ela não mede esforços para fazer o seu trabalho com denodo e manter a Secretaria da AELA/MS com toda a sua documentação em dia. Esse é o perfil da 1ª Secretária da AELA/MS.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Detalhes da 1ª solenidade de posse da AELMS - 12/02/2011

O acadêmico-pastor Adoniram Judson (vice-presidente da AELA/MS) falando sobre a importância dessa Academia na pregação do Evangelho de Cristo.



Trio da Equipe de Louvor da IPBA se apresentando na abertura do evento.



Dupla de artistas da IPBA apresentando seu número musical.




O acadêmico Reginaldo Alves de Araújo (presidente da ASL e da ANE/MS) discorrendo sobre a criação da Academia Evangélica de Letras e Artes de MS - (AELA/MS).


O acadêmico-presidente (Dr. Venâncio) discursando sobre a criação e os objetivos da AELA/MS, após ter declamado  a poesia de sua autoria: “A AELA NASCEU GRANDE!”.


O acadêmico Ciro Gama cantando a música “Passaporte para o Céu”, de sua autoria.



 Poetisa Nena Sarti declamando uma poesia de seu belo repertório.



 A escritora Delasnieve Daspet discursando sobre a AELA/MS, elogiando a dinâmica do evento e a beleza da música “Passaporte para o Céu!”.


Da esquerda, participando do coquetel: José Rocha e seu convidado, Wanderley, Paulo Duarte, Delasnieve, Carlos Trapp, Aparecida e Isaías de Almeida.



Nena Sarti, Samuel Medeiros, Mister Sarti e Reginaldo Araújo.


Nelson Vieira, Vanda Ferreira e José Rocha.


Os acadêmicos: Wanderley Leite, Paulo Duarte e Dr. Venâncio.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Apresentações musicais e artísticas no Culto de Ação de Graças e Posse Solene na AELA/MS, em 1°/julho/2011, na IPBA

Apresentações musicais e artísticas no Culto de Ação de Graças e Posse Solene na AELA/MS, em 1°/julho/2011, na IPBA:



O grupo musical “Levando a Luz” fazendo a sua apresentação no evento.

O “Coral Louvor & Mensagem” apresentou vários hinos de louvor a Deus.


 
Leopoldo Machado (sentado, à frente do Coral) tocando a música do Hino Oficial da AELA/MS, cuja composição é de sua autoria.


O “Coral Louvor & Mensagem” cantando o Hino Oficial da AELA/MS.



O acadêmico-pastor Adoniram Judson de Paula elevando a Deus uma oração de agradecimento pelo sucesso do evento.

O acadêmico Reginaldo Araújo (Presidente da ASL e da ANE/MS) convidando as autoridades para a formação da Mesa Diretiva.

O Dr. Venâncio (Presidente da AELA/MS) fazendo referências ao Hino Oficial da AELA/MS (A AELA NASCEU GRANDE), cuja letra é de sua lavra.


 A acadêmica Vicentina Xavier apresentando seu discurso de posse.

O acadêmico José Rocha também apresentando seu discurso de posse.

A poetisa Aparecida Marques declamando uma poesia de seu repertório.

A poetisa Nena Sarti também apresentando uma poesia de sua lavra.

O cantor José Bernardes apresentando uma das canções do seu último CD.

O Dr. Venâncio discursando para a platéia, após declamar a poesia “Dia 1º de Julho”, que se refere à data do evento.
Já empossados, os novos acadêmicos atentos às palavras do Orador.




O acadêmico Reginaldo Alves de Araújo (Presidente da ASL e da ANE/MS) dirigindo suas palavras finais aos novos acadêmicos.